O PODER DA ORAÇÃO E VIGILÂNCIA QUE GERAM AS RESPOSTAS DIVINAS
Não andem ansiosos por coisa alguma, mas, em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus.
Filipenses 4: 6, 7
A oração é a arma mais poderosa que temos contra o Diabo e contra todas as situações. Ela nos fortalece (e prepara-nos) para as adversidades. Com ela, podemos construir um Relacionamento com Deus, onde adquirimos respostas.
Há um lugar poderoso onde podemos encontrar a Deus, chama-se Solitude. Na Solitude nos esvaziamos de nós mesmos e aprendemos com Ele. Lá encontramos segurança e alento para as nossas vidas. Na Solitude não pode haver mágoa, pois, sem perdão não há respostas. A oração é simplesmente poderosa!
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Quando Sambalate soube que estávamos reconstruindo o muro, ficou furioso. Ridicularizou os judeus e, na presença de seus compatriotas e dos poderosos de Samaria, disse: “O que aqueles frágeis judeus estão fazendo? Será que vão restaurar o seu muro? Irão oferecer sacrifícios? Irão terminar a obra num só dia? Será que vão conseguir ressuscitar pedras de construção daqueles montes de entulho e de pedras queimadas?” Tobias, o amonita, que estava ao seu lado, completou: “Pois que construam! Basta que uma raposa suba lá, para que esse muro de pedras desabe!” Ouve-nos, ó Deus, pois estamos sendo desprezados. Faze cair sobre eles a zombaria. E sejam eles levados prisioneiros como despojo para outra terra. Não perdoes os seus pecados nem apagues as suas maldades, pois provocaram a tua ira diante dos construtores. Nesse meio tempo fomos reconstruindo o muro, até que em toda a sua extensão, chegamos à metade da sua altura, pois o povo estava totalmente dedicado ao trabalho. Quando, porém, Sambalate, Tobias, os árabes, os amonitas e os homens de Asdode souberam que os reparos nos muros de Jerusalém avançaram e que as brechas estavam sendo fechadas, ficaram furiosos. Todos juntos planejaram atacar Jerusalém e causar confusão. Mas, oramos ao nosso Deus e colocamos guardas de dia e de noite para proteger-nos deles. Enquanto isso, o povo de Judá começou a dizer: “Os trabalhadores já não têm mais forças e ainda há muito entulho. Por nós mesmos não conseguiremos reconstruir o muro”. E os nossos inimigos diziam: “Antes que descubram qualquer coisa ou nos vejam, estaremos bem ali no meio deles; vamos matá-los e acabar com o trabalho deles”. Os judeus que moravam perto deles dez vezes nos preveniram: “Para onde quer que vocês se virarem, saibam que seremos atacados de todos os lados”. Por isso posicionei alguns do povo atrás dos pontos mais baixos do muro, nos lugares abertos, divididos por famílias, armados de espadas, lanças e arcos. Fiz uma rápida inspeção e imediatamente disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: “Não tenham medo deles. Lembrem-se de que o Senhor é grande e temível, e lutem por seus irmãos, por seus filhos e por suas filhas, por suas mulheres e por suas casas”. Quando os nossos inimigos descobriram que sabíamos de tudo e que Deus frustrara a sua trama, todos voltamos para o muro, cada um para o seu trabalho. Daquele dia em diante, enquanto a metade dos meus homens fazia o trabalho, a outra metade permanecia armada de lanças, escudos, arcos e couraças. Os oficiais davam apoio a todo o povo de Judá que estava construindo o muro. Aqueles que transportavam material faziam o trabalho com uma mão e com a outra seguravam uma arma, e cada um dos construtores trazia na cintura uma espada enquanto trabalhava; e comigo, ficava um homem pronto para tocar a trombeta. Então eu disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: “A obra é grande e extensa, e estamos separados, distantes uns dos outros, ao longo do muro. Do lugar de onde ouvirem o som da trombeta, juntem-se a nós ali. Nosso Deus lutará por nós!” Dessa maneira prosseguimos o trabalho com metade dos homens empunhando espadas, desde o raiar da alvorada até o cair da tarde. Naquela ocasião eu também disse ao povo: “Cada um de vocês e o seu ajudante, devem ficar à noite em Jerusalém, para poderem servir de guarda à noite e trabalhar durante o dia”. Eu, os meus irmãos, os meus homens de confiança e os guardas que estavam comigo nem tirávamos a roupa, e cada um permanecia de arma na mão.
Neemias 4
Neemias foi um homem de Deus que usou a poderosa arma da oração e, graças a isso, conquistou grandes coisas. No verso 9, Neemias e o Povo de Israel estavam passando por um grande perigo, a Oração e a Vigilância foram as armas que usaram para superar todos seus inimigos.
A Oração deve gerar uma Direção Divina, assim devemos Agir em Obediência a essa Direção, quando a aplicamos receberemos a Resposta da Oração. Algo importante: devemos permanecer orando, sem desistir, pois, é certo que a resposta virá!
Então tiraram a pedra. Jesus olhou para cima e disse: “Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Eu sabia que sempre me ouves, mas disse isso por causa do povo que está aqui, para crer que tu me enviaste”. Após dizer isso, Jesus bradou em alta voz: “Lázaro, venha para fora!” O morto saiu, com as mãos e os pés envolvidos em faixas de linho, e o rosto envolto num pano. Disse-lhes Jesus: “Tirem as faixas dele e deixem-no ir”.
João 11: 41–44.
A oração de Jesus gerou a ressurreição de Lázaro. Nós, como Discípulos de Cristo, podemos alcançar esse nível. O próprio Jesus nos chamou para fazer obras maiores (João 14: 12). Permaneça firme e em Relacionamento com Deus, pois, viveremos grandes coisas.
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“Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”.
Mateus 26: 41
Jesus conhecia e praticava o princípio da oração. Ele era um mestre nisso e deixou-nos um grande exemplo para seguir. Vigiar e Orar é o poder que temos para receber respostas de Deus e superar todos os desafios.
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44* Culto do Shabat
(44*/53 Semana) SPD QG1 HEBROM
30/10/2021 (sábado) — 24*·Cheshvan, 5782 (5Y)

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